Seja PSOL

O PSOL é o partido da nova política. Sempre ao lado do povo, o PSOL é um partido socialista que organiza a luta dos explorados e dos oprimidos por uma nova sociedade. Estamos com os trabalhadores da cidade e do campo, os estudantes universitários e secundaristas, as mulheres, da negritude, a população LGBT e em tantos outros espaços de defesa dos direitos e da democracia.

Nossos núcleos atuam localmente a partir da reflexão geral dos problemas da sociedade. Nos organizamos nos locais de trabalho e estudo, nos territórios urbanos e rurais, através de setoriais temáticos e vamos para as ruas divulgar nossas posições através de panfletagens, intervenções e manifestações.

O PSOL nunca esteve envolvido em qualquer caso de corrupção, e nossos parlamentares atuam de forma independente dos grandes esquemas e trocas de favores promovidos pelos governos. Somos o partido melhor avaliado na Câmara dos Deputados por anos consecutivos, e nossos representantes são reconhecidos pela honestidade e coerência.

Seja PSOL! Seja parte dessa nova forma de fazer política!

Por que se organizar?

Vivemos uma situação política bastante difícil. A eleição de Bolsonaro e o crescimento de setores conservadores, e até mesmo fascistas, representam um perigo para diversos segmentos da população e um desafio para a construção de uma alternativa política.

Os efeitos da crise econômica mundial e a frustração de grande parte da população com os partidos tradicionais levaram a maioria dos eleitores a optar pelo voto em Bolsonaro como uma alternativa, ainda que distorcida, de mudança do cenário político. Além dele, por todo país foram eleitos governadores e deputados alinhados com as ideias de extrema direita, principalmente militares e líderes religiosos cujas campanhas foram baseadas na desinformação das fake news.

Isso não aconteceu sem resistência. A organização das mulheres contra o machismo de Bolsonaro e seus aliados representou uma luz de esperança, e as enormes manifestações do “Ele Não!” que varreram o Brasil demonstraram que é possível derrotar a direita através das mobilizações de rua.

Precisamos nos organizar contra a extrema direita, e o PSOL é uma ferramenta poderosa para esse enfrentamento. Através de seus núcleos, setoriais e mandatos, o PSOL é a alternativa política capaz de enfrentar essa nova situação pois propõe uma mudança real para a sociedade, diferente da direita corrupta que hoje está no poder e da esquerda burocratizada que governou durante anos administrando os interesses capitalistas.

Nossa história

A história do PSOL começa em 2003, quando quatro parlamentares do PT se recusam a votar a Reforma da Previdência proposta por Lula no início de seu governo e são expulsos do partido. A senadora Heloísa Helena e os deputados federais João Fontes, Babá e Luciana Genro, chamados na época de “radicais do PT”, ficam ao lado dos trabalhadores afetados por aquela reforma e iniciam o Movimento por um Novo Partido. Milhares de militantes por todo país iniciam então uma campanha de coleta de apoios que recolheu mais de 500 mil assinaturas em prol da legalização do PSOL.

Desde então o PSOL tem sido firme na defesa dos direitos dos trabalhadores, combatendo as privatizações e a transferência de recursos para a iniciativa privada que ocorreram durante os governos Lula e Dilma. O PSOL também foi protagonista da luta contra a corrupção nestes anos, como no caso do “escândalo do mensalão” de 2006 e nas campanhas do “Fora Renan Calheiros” e do “Fora Sarney”.

Durante o levante de junho de 2013, a militância do PSOL estava nas primeiras fileiras das mobilizações e disputou o caráter daquele movimento, tornando-se um partido ainda mais reconhecido pela juventude e pelos lutadores. Da mesma forma esteve o PSOL em tantos outros processos de luta, como nas mobilizações da Copa do Mundo e na histórica Greve Geral de 2017.

O PSOL sempre esteve ao lado dos movimentos sociais, das lutas pela reforma agrária, pela reforma urbana e tantas outras, e seu programa político vocalizou as demandas dos diversos setores combativos. Com uma posição profundamente internacionalista, o PSOL também se colocou sempre em apoio às diversas lutas de povos oprimidos de todo planeta, considerando a classe trabalhadora de todo mundo como uma só.

O exemplo de luta do PSOL aproximou diversos setores ao longo de sua história, e o partido cresceu e se expandiu por todas as regiões. Nossas campanhas presidenciais foram marcos de uma nova política e os nomes de Heloísa Helena, Plínio de Arruda Sampaio, Luciana Genro e Guilherme Boulos representaram a viabilidade desse projeto. Ao longo dos anos, trabalhadores e jovens de todo o país convergiram para o PSOL e apostaram nessa alternativa.

Nas últimas eleições o PSOL teve uma grande vitória. Ampliando sua votação em todos os espaços que disputou, o partido ampliou sua bancada federal e elegeu diversas lideranças mulheres como expressão dos novos tempos que vivemos. Ultrapassando a cláusula de barreira criada para impedir seu crescimento, o PSOL deu exemplo de que é possível construir uma alternativa independente e nos próximos anos fará um combate sistemático contra os ataques e desmandos do governo Bolsonaro.

Nossos parlamentares

Nossas figuras públicas não são apenas políticos individuais, ao contrário, são militantes escolhidos para representar toda a militância partidária. Nesse sentido, os parlamentares do PSOL estão cumprindo uma tarefa pública e tem o mesmo peso enquanto filiados que outros dirigentes e militantes.

Essa concepção coletiva permite uma atuação mais próxima da base do partido, impedindo o personalismo e a burocratização que tão mal fizeram à esquerda. Nossos deputados e vereadores não vivem de forma descolada do povo e não fazem da política uma profissão, mantendo suas responsabilidades como militantes com essa importante tarefa de representação. Conheça os parlamentares do PSOL SP:

Deputados federais

Sâmia Bomfim

Deputada Federal mais votada pelo PSOL SP com 250 mil votos nas eleições de 2018. Na Câmara Municipal do Município de São Paulo foi uma das mais atuantes e combativas vereadoras de São Paulo. Foi uma das protagonistas do movimento suprapartidário #EleNão e no enfrentamento ao Bolsonaro. Seu mandato jovem e feminista levanta bandeiras contra o conservadorismo e as velhas práticas na política.

Luiza Erundina

Luiza Erundina foi a melhor prefeita que São Paulo já teve, com o mandato entre os anos 1989 e 1992. Atualmente exerce o 5º mandato como deputada federal pelo PSOL e tem como sua principal marca a luta pela democratização da política e a participação popular. Na última legislatura foi uma das principais referências no congresso na luta contra o golpe parlamentar e o retrocesso nos direitos sociais.

Ivan Valente

Liderança na luta contra a ditadura militar no Brasil e defensor dos direitos humanos sempre esteve lado a lado com os movimentos sociais e as lutas populares, enfrentando os interesses dos poderosos. Um dos mais atuantes parlamentares sempre esteve presente no Prêmio Congresso em Foco. Notabilizou-se por lutas como contra o código florestal e em defesa do meio ambiente e a contra a reforma da previdência.

Deputados Estaduais

Carlos Giannazi (reeleito)

Professor e diretor de escola, Giannazi é um dos grandes defensores dos serviços públicos, em especial a educação. Um dos mais críticos, independentes e combativos deputados da Assembleia Legislativa de São Paulo, Giannazi fiscaliza o governo diuturnamente e denuncia todas as irregularidades. É uma referência na defesa da escola pública de qualidade e da valorização dos profissionais da Educação.

Raul Marcelo de Souza

É professor e advogado, na Alesp atua na defesa da educação e saúde pública, tendo participado da CPI da Saúde (sub-relator) onde apresentou um relatório que serviu de base para a prisão e o desmantelamento de uma quadrilha que atuava nos hospitais públicos do Estado. Com sua referência de atuação junto à população de Sorocaba foi candidato a prefeito em 2016, quando obteve 129.784.

João Paulo Rillo

Grande defensor dos direitos dos servidores estaduais, aprimorando projetos do governador relacionados a professores, funcionários da educação, agentes penitenciários, delegados, entre outros. É autor de projeto para ampliar a participação social nas decisões do governo e da proposta que cria a Região Metropolitana de São José do Rio Preto, e é um dos grandes defensores da cultura e direitos sociais na região.

Bancada Ativista (eleita)

A Bancada Ativista é um movimento pluripartidário de renovação política criado em 2016. Em seu primeiro ano funcionou como uma curadoria de candidaturas progressistas que tinham como intuito mudar a velha forma de fazer política e defender os direitos da população. O grande trunfo dessa primeira atuação foi eleger a Samia Bomfim, pelo PSOL, como vereadora da cidade de São Paulo.

Para as eleições de 2018 o movimento Bancada Ativista decidiu montar uma candidatura coletiva a Deputada Estadual, convidaram nove ativistas de diversas causas e territórios representados nas urnas por Monica Seixas, mulher, mãe, negra, feminista, jornalista e ativista sócio ambiental.

Superando as expectativas a candidatura coletiva recebeu mais de 149mil votos e agora terá o grande desafio de construir um mandato diverso, participativo, democrático, que combata as desigualdades e defenda os direitos humanos.

Erica Malunguinho (eleita)

Erica da Silva, conhecida também como Erica Malunguinho é educadora e artista plástica. Elegeu-se deputada estadual por São Paulo, sendo a primeira mulher transexual da Assembleia Legislativa de São Paulo. Idealizadora do Quilombo Urbano Aparelha Luzia, defensora da democracia e alternância de poder ela promete ser uma das principais defensoras do povo preto na Alesp.

Isa Penna (eleita)

É advogada feminista e militante dos direitos humanos. Tem como principal linha de atuação a luta contra a desigualdade social e a luta em defesa dos direitos das mulheres e da juventude. Tem como principais pautas o combate à cultura do estupro, à violência contra as mulheres e à divisão sexual do trabalho. Além de lutar para que as mulheres ocupem os espaços públicos e a política.

Vereadores

Toninho Vespoli (São Paulo)

Toninho Vespoli é líder da bancada do PSOL na Câmara Municipal de São Paulo (CMSP). Reeleito em 2016 por 16.012 votos, o vereador é reconhecido como um político sério e independente, que defende os interesses do povo e não de grandes empresários.

Celso Giannazi (São Paulo)

Celso Giannazi assumiu em fevereiro como vereador na CMSP, com a eleição de Sâmia Bomfim para a câmara federal. Tem atuado sempre apoiando e participando ativamente das lutas pela melhoria dos serviços públicos de qualidade e valorização dos servidores.

Mariana Conti (Campinas)

Mariana Conti é feminista, ativista do movimento em defesa da diversidade sexual e em defesa dos direitos humanos. É vereadora em Campinas e compõe o Diretório Nacional do PSOL. Foi a única mulher eleita para a legislatura 2017-2020.

Fernanda Garcia (Sorocaba)

Fernanda Garcia é vereadora da cidade de Sorocaba/SP. Tem atuado em defesa dos direitos das mulheres e em defesa do serviço público de qualidade. O principal mandato de oposição ao prefeito José Crespo (DEM).

Rose de Paula (Tanabi)

Rose de Paula é vereadora da cidade de Tanabi/SP. Uma das principais fiscalizadoras do governo tem atuado de maneira incisiva na garantia dos direitos da população e no acompanhamento do orçamento municipal.

Bruno Lozzi e Renato Marques (Santo Anastácio)

Bruno Lozzi e Renato Marques são vereadores de Santo Anastácio/SP. Juntos lutam por recursos na área da saúde, assistência social e esporte. Desde o início, o serviço vem sendo pautado na transparência, no diálogo com o povo e no trabalho contínuo por aqueles que mais precisam.

Perguntas frequentes

O que é a filiação?

A filiação é uma declaração de apoio ao partido e seu programa, na qual o filiado se compromete a respeitar o estatuto do partido e participar de seus fóruns. A filiação pode ser feita presencialmente ou pela internet, e o novo filiado é então convidado às instâncias do partido, como seus núcleos e setoriais.

É preciso pagar para se filiar?

Não, a filiação e a militância no PSOL não estão atreladas a nenhum vínculo financeiro. Entretanto, nosso partido se organiza de forma militante e a contribuição de seus filiados através de uma cotização garante sua independência política e seu funcionamento regular. Militantes desempregados ou que não tenham renda suficiente podem solicitar a isenção das taxas de cotização.

Como o PSOL se organiza?

O PSOL se organiza através de instâncias nacionais e estaduais. O Diretório Nacional é sua instância máxima, escolhida em seus Congressos Nacionais, e este Diretório forma uma Executiva que coordena a atuação cotidiana do partido. Nos estados e municípios esse modelo se reproduz, e o processo de escolha das direções é feito por todos os filiados que votam periodicamente em seus congressos.

Núcleos: são o espaço de organização da base do partido. Se organizam principalmente através de territórios e nos locais de trabalho e estudo. Os núcleos se reúnem com regularidade para debater as posições do partido e atuar através de campanhas do próprio partido e impulsionando suas lutas específicas.

Setoriais: são espaços organizados para o debate e ação sobre pautas específicas, como a luta feminista, da negritude, dos LGBTs, da questão ambiental, das pessoas com deficiência, entre outros. Ao contrário de outros partidos, o PSOL identifica essas pautas como estruturais para as lutas dos trabalhadores, e os setoriais formulam para a política partidária em todos os aspectos.

O que são as correntes e tendências?

As correntes, ou tendências, são organizações internas do PSOL que constroem conjuntamente o partido. Como uma proposta política ampla e democrática, o PSOL permite a convivência de diferentes posições políticas em um mesmo partido, e os debates entre as diversas correntes são parte da vida do partido. Nos congressos do partido, as diversas correntes publicam suas teses e formam blocos políticos para a composição dos diretórios e executivas que são eleitos proporcionalmente através da votação de todos os filiados.

Como montar um núcleo do PSOL?

Para montar um núcleo do PSOL basta reunir um grupo de filiados com uma identidade comum, como no caso de moradores do mesmo bairro, de estudantes da mesma universidade ou trabalhadores da mesma empresa. Os membros do núcleo então dividem as tarefas entre si e convocam reuniões para debater a política e planejar ações, convidando outras pessoas e divulgando o partido. Assim que é montado o núcleo, a direção local do partido é avisada e os militantes passam a atuar na estrutura do partido e influenciar seus rumos.

Campanhas

Ao longo de todo o ano o PSOL impulsionará diversas campanhas com o objetivo de promover o debate e conter os retrocessos que os governos Bolsonaro e Dória tentarão impor ao nosso povo. Estas três são algumas que pretendemos fomentar:

Campanha Escola sem Censura

A campanha busca garantir a mais absoluta liberdade de expressão e pensamento no âmbito da educação, o pluralismo de ideias, o debate sem mordaça, a escuta respeitosa da opinião do outro, o respeito e a celebração da diversidade como valor democrático e a autonomia pedagógica das escolas, que devem formar cidadãos e cidadãos informados, críticos e com capacidade para pensar por si mesmos e conceber suas próprias opiniões e visões de mundo. É, também, uma iniciativa que objetiva combater a discriminação, o preconceito e o discurso de ódio no âmbito da educação, garantindo o respeito pelas diferenças que nos enriquecem como sociedade e prevenindo todas as formas de violência, bullying e assédio escolar.

Campanha contra a Reforma da Previdência

O governo Bolsonaro está organizando um grande ataque à classe trabalhadora e todo o povo brasileiro: a Reforma da previdência. É uma proposta que ataca o direito dos trabalhadores, impõe uma idade mínima para todos, inclusive, mulheres, que desvincula o salário mínimo desse benefício, chegando a 70% do salário mínimo, e que através do sistema de capitalização entrega a Previdência aos bancos. Ou seja, o governo tenta acabar com todos os diretos estabelecidos pela seguridade social na constituição de 1988.

Por isso, o PSOL pretende fazer uma grande campanha contra a reforma da previdência a partir da realização de materiais como cartilhas, cartazes, vídeos que divulguem os enormes retrocessos que vem com esta lei.

Mulheres

É fundamental que respondamos com organização e mobilização a agenda de retrocessos anunciada pelo governo Bolsonaro. A primeira iniciativa nesse sentido será o 8 de março, Dia Internacional de Luta das Mulheres, data que tem adquirido uma importância internacional nos últimos anos e na qual possivelmente teremos a primeira grande demonstração de forças contra Bolsonaro, assim como aconteceu em 2017 com o Fora Temer. Iremos às ruas para dar continuidade a forte campanha do "Ele Não", aliando a luta das mulheres por mais direitos, por igualdade salarial, contra o machismo e o feminicídio à necessidade de transformarmos a sociedade em que vivemos. Junto a milhares de mulheres em todo mundo, sairemos em marcha para fazer oposição aos governos liberais e de extrema-direita que tem retirado os direitos do povo.

Outra data fundamental será o dia 14 de março, no qual se completará um ano sem Marielle Franco. Seu assassinato foi um crime contra todas as mulheres, negros, pobres e ativistas de direitos humanos que lutam contra o abuso da repressão policial. Vamos sair às ruas de todo o país para exigir justiça, respostas e dar continuidade às lutas que ela encampou em vida.

Venha conosco construir o PSOL

O PSOL é um partido em constante construção, presente nas diversas lutas e mobilizações em defesa dos trabalhadores e da população em geral. Nossa posição firme e coerente atraiu milhares de ativistas ao longo de nossa história e faz hoje do PSOL uma alternativa política de esquerda que não se corrompeu nem se ligou aos mecanismos da velha política.

Somos parte do povo organizado na defesa dos direitos de quem trabalha, das mulheres, dos negros e negras, dos LGBTs, dos deficientes, da juventude e de todos e todas que buscam um país mais justo e democrático. Somos um partido que luta por uma nova sociedade, e que busca construir desde já as pontes para esse outro futuro.

Somos o PSOL! Venha lutar conosco!

Qualquer dúvida, entre em contato:

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